
Em 25 de janeiro de 1554, foi construído um colégio jesuíta, por 12 padres com o objetivo de catequizar os índios que viviam na região. Na mesma data, foi celebrada a conversão do apóstolo Paulo de Tarso, e por isso a cidade se chama São Paulo.
Não vou contar a história da cidade, isso pode ser encontrado em livros e diversos sites. Quero compartilhar duas curiosidades que eu não conhecia.
Na bandeira do município tem um brasão com os seguintes dizeres: “Non ducor duco”. Sempre soube que havia algo escrito, mas nunca tinha visto o significado. Pois é, isto é uma frase em latim, que significa “Não sou conduzido, conduzo”. Sinceramente, gostei muito desta frase.
Quem conhece o hino de São Paulo?
Não, não é aquele “Salve o Tricolor Paulista …”. Este é o hino do melhor time do mundo. XD
O Hino do estado de São Paulo, também conhecido como Hino dos Bandeirantes, foi instituído pela lei nº 337, de 10 de julho de 1974, que revoga o artigo 3º da lei nº 9854, de 2 de outubro de 1967, determinando o poema Hino dos Bandeirantes, de autoria de Guilherme de Almeida, como letra do hino oficial.
Essa foi a forma de homenagear a minha cidade que tem muitos problemas, mas mesmo assim tenho muita admiração.
Vou deixar um jogo rápido do que eu gosto de São Paulo e o hino da cidade.
Time: São Paulo Futebol Clube
Diversão: Baladas
Banda: Titãs
Música: São Paulo (Inocentes)
Comida: Pizza
Lugar: Avenida Paulista
Hino do estado de São Paulo
Paulista, para só um instante,
Dos teus quatro séculos,
A tua terra sem fronteiras,
O teu São Paulo das bandeiras!
Deixa para trás o presente,
Olha o passado a frente,
Vem com Martim Afonso a São Vicente,
Galga a Serra do Mar!
Além, lá no alto,
Batira sonha sossegadamente.
Na sua rede virgem do Planalto.
Espreita, entre a folhagem de esmeralda,
Beija-lhe a Cruz de estrelas de Grinalda!
Agora escuta!
Aí vem, moendo o cascalho,
Botas de nove léguas, João Ramalho;
Serra acima, dos baixos da restinga,
Vem subindo a roupeta,
De nóbrega e de Anchieta!
Contempla os campos,
De Piratininga!
Este o colégio,
Adiante está o sertão.
Vai, segue a entrada!
Enfrenta, Avança, Investe!
Norte, Sul, Leste, Oeste!
Em bandeira ou monção,
Doma os índios bravios,
Rompe a selva, abre minas, vara rios!
No leito da Jazida,
Acorda a pedraria adormecida,
Retorce os braços rijos,
E tira o ouro, de seus esconderijos!
Bateia, escorre a ganga,
Lava, planta, povoa!
Depois volta a garoa!
E adivinha, atrás dessa cortina,
Na tardinha, enfeitada de miçanga,
A sagrada colina,
Ao grito do Ipiranga!
Entreabre agora os véus,
Do cafezal, Senhor dos Horizontes!
Verás fluir por plainos, vales, montes, usinas, gares, cilos, arranha-céus!