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Aniversário de São Paulo

Posted janeiro 25th, 2011 in Cotidiano, Destaque, Todos and tagged , , , by Ailton Santos

Em 25 de janeiro de 1554, foi construído um colégio jesuíta, por 12 padres com o objetivo de catequizar os índios que viviam na região. Na mesma data, foi celebrada a conversão do apóstolo Paulo de Tarso, e por isso a cidade se chama São Paulo.

Não vou contar a história da cidade, isso pode ser encontrado em livros e diversos sites. Quero compartilhar duas curiosidades que eu não conhecia.

Na bandeira do município tem um brasão com os seguintes dizeres: “Non ducor duco”. Sempre soube que havia algo escrito, mas nunca tinha visto o significado. Pois é, isto é uma frase em latim, que significa “Não sou conduzido, conduzo”.  Sinceramente, gostei muito desta frase.

Quem conhece o hino de São Paulo?

Não, não é aquele “Salve o Tricolor Paulista …”. Este é o hino do melhor time do mundo. XD

O Hino do estado de São Paulo, também conhecido como Hino dos Bandeirantes, foi instituído pela lei nº 337, de 10 de julho de 1974, que revoga o artigo 3º da lei nº 9854, de 2 de outubro de 1967, determinando o poema Hino dos Bandeirantes, de autoria de Guilherme de Almeida, como letra do hino oficial.

Essa foi a forma de homenagear a minha cidade que tem muitos problemas, mas mesmo assim tenho muita admiração.

Vou deixar um jogo rápido do que eu gosto de São Paulo e o hino da cidade.

Time: São Paulo Futebol Clube

Diversão: Baladas

Banda: Titãs

Música: São Paulo (Inocentes)

Comida: Pizza

Lugar: Avenida Paulista

Hino do estado de São Paulo

Paulista, para só um instante,

Dos teus quatro séculos,

A tua terra sem fronteiras,

O teu São Paulo das bandeiras!

Deixa para trás o presente,

Olha o passado a frente,

Vem com Martim Afonso a São Vicente,

Galga a Serra do Mar!

Além, lá no alto,

Batira sonha sossegadamente.

Na sua rede virgem do Planalto.

Espreita, entre a folhagem de esmeralda,

Beija-lhe a Cruz de estrelas de Grinalda!

Agora escuta!

Aí vem, moendo o cascalho,

Botas de nove léguas, João Ramalho;

Serra acima, dos baixos da restinga,

Vem subindo a roupeta,

De nóbrega e de Anchieta!

Contempla os campos,

De Piratininga!

Este o colégio,

Adiante está o sertão.

Vai, segue a entrada!

Enfrenta, Avança, Investe!

Norte, Sul, Leste, Oeste!

Em bandeira ou monção,

Doma os índios bravios,

Rompe a selva, abre minas, vara rios!

No leito da Jazida,

Acorda a pedraria adormecida,

Retorce os braços rijos,

E tira o ouro, de seus esconderijos!

Bateia, escorre a ganga,

Lava, planta, povoa!

Depois volta a garoa!

E adivinha, atrás dessa cortina,

Na tardinha, enfeitada de miçanga,

A sagrada colina,

Ao grito do Ipiranga!

Entreabre agora os véus,

Do cafezal, Senhor dos Horizontes!

Verás fluir por plainos, vales, montes, usinas, gares, cilos, arranha-céus!

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